3 comentários em “”

  1. Com o devido respeito aos componentes dessa seleta mesa, em especial ao Exmo. Sr. Dr. Corregedor Geral da Justiça do Estado, mas esse senhor, o terceiro no sentido da direita para a esquerda, não é o "Joaquim", quero dizer: o Dr. Roberto Tadeu Marques?

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  2. E aí, garoto Pop ?

    Você com 45 anos de Cartório, não larga o osso. Está esperando a compulsória ?

    E a Míriam, como vai ? Ou já casou de novo ?

    E os filhos, como estão ?

    Em temo – você precisa parar de participar apenas virtualmente e começar a fazê-lo fisicamente, ou está velhinho para isso ?

    Se for o caso, mandamos lhe buscar ( de moto ).

    Abs

    Roberto Tadeu Marques

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  3. Olá, Tadeu!

    (Permita-me de assim tratá-lo, sem formalidades)

    Quanto tempo, hein? Você se lembrou do garoto Pop!? Nem mesmo eu lembrava dessa expressão, e sim o porquê dela. Ô época boa…

    Quanto ao tempo de cartório, felizmente para nós não existe mais aposentadoria compulsória, a qual é uma maldade em certos casos. Pois, lembro-me do sr. Manoel Vieira de Camargo, o “Neco”, quando em plena capacidade física e mental, foi aposentado (isso há uns quarenta anos), deve ter sentido uma sensação horrível, depois de tantos anos de dedicação a esta profissão honrada e gratificante. Pois passados mais ou menos dez anos da sua “aposentadoria”, volta e meia ele quando saia da sua residência (rua Juvenal de Campos, se eu não me engano) para as suas caminhadas quase que diárias, parava em frente ao 2º Cartório (rua Cel. Aureliano de Camargo) pelo qual eu então estava respondendo interinamente e ali ele ficava por alguns instantes a observar… Hoje, passados quase vinte e dois anos aqui em Monte Alto, eu fico imaginando o que se passava na cabeça dele, pois eu sem ainda me aposentar, procuro de nada esquecer dos momentos vividos dentro da profissão na cidade de Tatuí e também dos momentos fora dela, por que não. Só mesmo quem “nasceu e foi criado” dentro de um cartório pode saber da paixão que é ser cartorário, talvez seja por isso que até hoje ainda não larguei do “osso” como você diz.
    Lembro-me do convívio com os colegas e amigos, dos advogados, Tabeliães e Oficiais. Quanta aprendizagem! Especialmente com você, quando ocupou o cargo de Oficial Maior do ORImóveis da Comarca de Tatuí, com sua perspicácia, dinamismo e conhecimento técnico, contrariando os “entendimentos” dos coronéis, advogados, conservadores e mesmo dos Tabeliães da época, com suas notas de devoluções bem fundamentadas dos títulos ali apresentados, acostumados que estavam às vezes, nem sempre, com “o jeitinho” dos seus antecessores. Tanto que hoje você encontra-se ocupando merecidamente essa profissão de destaque. Meus parabéns!
    Ficando bem claro que o “jeitinho” comentado não era por parte deles com o intuito de vantagens ou benesses e sim por falta de noção e prática com a entrada em vigor da então nova Lei de Registros Públicos, assunto que você mesmo sem ser cartorário já dominava com seu talento.
    Mas chega de saudosismo, ainda mais tão antigo assim. Se é que existe saudade mais nova ou mais velha. Saudade é saudade. A época recordada é que acaba por determiná-la, não é mesmo?

    Bem, quanto a Miriam e aos filhos, estão todos bem, esperando o mesmo com os seus.
    Quanto ao termo “velhinho”, a julgar pelo texto saudosista acima nem é bom comentar.

    Um forte abraço, esperando ainda um dia revê-lo na nossa “Cidade Ternura” – “Capital da Música”.

    João Carlos

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